sábado, 3 de dezembro de 2011

Tadinhas das magrinhas

Hoje li uma reportagem que me deixou indignada. A tal matéria se chama "As magras também sofrem" e, entre algumas baboseiras escritas, está uma assinada por uma psicopedagoga. Ela diz que as gordinhas estão mais acostumadas ao preconceito do que as meninas magras. Bom, antes que eu xingue esse ser que não tem nenhuma noção do que é ser chamada de gorda e de baleia assassina durante toda infância, por familiares e amigos; e antes que eu faça uma campanha para que os cursos de pedagogia sejam extintos, posto, abaixo, o comentário que enviei para o site que publicou essa infelicidade:

"Dizer que gordinhas estão mais "acostumadas" ao preconceito é totalmente equivocado, pois isso não quer dizer que elas sofram menos. Fui uma criança gordinha e minha irmã uma menina muito magra, e ambas éramos "vítimas" de chacotas, sim. Hoje, venci minha batalha contra a balança, mas posso dizer que ainda sou complexada e que minha autoestima tem altos e baixos (muito diferente de minha irmã, que é totalmente segura de si mesma). Ser chamada de gorda, rolha de poço e baleia assassina, com certeza, é muito mais agressivo do que ser comparada à Olívia Palito, uma personagem que, embora magérrima, tem um certo prestígio por ser conhecida no mundo todo."

0 comentários:

Postar um comentário